40% da riqueza global se encontra nas mãos de mulheres

40% da riqueza global se encontra nas mãos de mulheres e 50% das mulheres “millennials” (nascidas entre 1982 e 2000) já criaram sua própria fortuna.

Categorias
Financeiro Patrimônio

40% da riqueza global se encontra nas mãos de mulheres e 50% das mulheres “millennials” (nascidas entre 1982 e 2000) já criaram sua própria fortuna.

Em primeiro lugar, estes números mostram a força das mulheres não só no mercado de trabalho, mas como parte fundamental da economia global em diversos níveis. 

As mulheres estão liderando as empresas da Fortune 500, ganhando os principais cargos políticos e desfrutando de mais escolhas em suas carreiras do que nunca. Em 2030, as mulheres vão controlar dois terços da riqueza da nação, um resultado de fortes taxas de crescimento orgânico impulsionadas por trilhões em transferências geracionais e conjugais.

Do mesmo modo, mesmo com o crescimento financeiro da maioria das mulheres no mundo, elas estão insatisfeitas com o setor de serviços financeiros. Além disso, muitas acreditam que seu gênero é um fator chave no desrespeito ao tratamento que muitas vezes experimentam, além do raso aconselhamento que recebem. A maioria, quando ainda casadas, fica em segundo plano para o adviser, que observa e se relaciona com o cônjuge, geralmente sem promover um compartilhamento das informações financeiras.

Depois que ficam sozinhas, seja por divórcio ou viuvez, a grande maioria das mulheres não mantém o mesmo assessor financeiro do cônjuge. Elas afirmam não se sentirem seguras e nem confiantes em serem assessoradas pelo mesmo profissional. Logo, a explicação mais comum é que o profissional continua atendendo sua “nova” cliente mantendo a mesma linha de raciocínio que entregava ao ex-marido ou falecido, esquecendo que esta mulher tem necessidades, preocupações e expectativas totalmente diferentes.

 “Competência e honestidade são mais importantes do que gênero.” – Mulher solteira de 56 anos de New Hampshire

Ainda mais: mulheres mal assessoradas, quando se aposentam, levam 10,9 anos para esgotar as suas reservas financeiras. No caso dos homens, o prazo é de 8 anos, na mesma condição. Dessa forma, este dado é de enorme relevância e merece nossa atenção porque:

– mulheres vivem mais e precisam de maior reserva financeira;

– mulheres se tornam responsáveis financeiras de pais idosos e passam a ter despesas extras na aposentadoria;

– muitas são provedoras principais de suas famílias;

– as que detém maiores reservas financeiras são igualmente responsáveis por suas famílias e empresas;

– são mais exigentes na escolha dos serviços, consequentemente mais fidelizadas aos seus fornecedores; 

– apenas 5% das mulheres de alto padrão financeiro não contam com assessoria financeira especializada.

Há também um oceano de oportunidades a ser descoberto por bancos, assets, families offices e advisers no que se refere ao aconselhamento financeiro feminino. 

No mercado segurador a situação é exatamente a mesma – falta assessoria especializada para uma grande demanda reprimida.

  • 80% dos homens morrem casados
  • 80% das mulheres morrem sem parceiros(as)

Esses números nos levam a pensar que seguros de vida, por exemplo, devem fazer parte de qualquer planejamento financeiro, independente de sexo. Sendo assim, todas as linhas de seguro de pessoas, como invalidez, perda de renda, doenças graves e outros, precisam fazer parte da cesta de soluções de proteção familiar de qualquer mulher, em especial das que impactam financeiramente seus dependentes.